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terça-feira, 5 de abril de 2016

Navega Sin Ley

http://navegasinley.com/

    Casualmente acabei batendo de cara nesta página muito interessante e que pode agradar o usuário. O Navega Sin Ley é um proxy livre e anônimo contornando assim a restrições de segurança que pode haver a certos acessos à páginas web bloqueadas ou simplesmente para navegar de forma anônima e segura, sem instalar qualquer software no seu computador!

     Se você navegar na Internet através deste proxy, este não irá registrar o seu IP real da sua conexão com a Internet, você também não precisa configurar ou atualizar o teu firewall, ou qualquer outro sistema de navegação, tudo está pronto e funcionando para que você digite a URL na barra de navegação da página (ela até parece com as do motores de pesquisa), mas ali você não digita o que quer encontrar, e sim aonde você quer ir.

    Feito isso, você começa a navegar anonimamente, onde quer que esteja, escritório, lan house, biblioteca, escola, hospital, universidade, etc.

    Eu sei que os navegadores tem uma opção de "navegação em modo privado", mas esta privacidade vale apenas para a máquina que está sendo usada em questão, fora isso tudo o que foi feito está registrado nos servidores. A esse respeito já há uma postagem com mais detalhes (aqui).

    Talvez através deste proxy, você possa acessar alguma página que não está "disponível" no teu trabalho, sem chamar a atenção de ninguém. Eu não posso garantir que isto irá funcionar pois eu não tenho este problema e não é fácil eu usar na maior cara de pau uma estação de uma empresa na boa só para fazer este teste. Mas você pode (e deve), pois nunca a gente sabe quando uma ferramenta dessa pode ser útil algum dia...

    Eu a testei no meu próprio blog, e deu logo para perceber, que este carregou super rápido, porém algumas coisinhas não foram carregadas, como notícias (no rodapé), as músicas de rádios e alguns gadgets.


 
     Dá logo para perceber no topo da página o que está sendo bloqueado ou não, e eu deixo para você testar as combinações possíveis, pois estas vão variar para cada página web. Mas é necessário clicar em Go após cada combinação feita para que a página carregue com as com as novas configurações.

    Aí eu me lembrei que há muitos sites bons, porém são "pesados" demais e levam um tempão para carregar. Não deu outra, foi um sucesso! E o melhor de tudo é que as propagandas sumiram em alguns, mas talvez estas apareçam.

    Mas não parei aí. Testei com aquelas páginas de filmes e seriados online que tem muitas propagandas e às vezes demoram carregar de tanto conteúdo que tem. Infelizmente não tive tanta sorte no sentido de assistir, mas saiu-se bem nas páginas de download de filmes, embora eu não tenha passado tanto tempo configurando as opções de bloqueio.

    Um uso interessante do Navega Sin Ley é através do smartphone, e que torna mais seguro o teu modo de navegação casual, sem passar por uma conexão lenta. Caso este uso em dispositivos portáteis tenha te agradado, você pode configurar a URL do Navega Sin Ley como a página inicial do teu navegador.

    Uma coisa é certa. O Navega Sin Ley é uma boa ferramenta para acessar páginas que não estão disponíveis no teu país. Agora é com você.


domingo, 14 de fevereiro de 2016

Asta la vista Google Chrome



  O Google Chrome será abandonado no Linux 32 bit (Debian 7 e Ubuntu 12.04) a partir de Março de 2016 e em Abril, será abandonado no Windows XP e Vista; OS X 10.6, 10.07 e 10.08.

    Motivo: O fim das atualizações. Ou seja, as falhas de segurança não serão mais corrigidas e a permanência do seu uso será por conta e risco do usuário.

    No Windows é melhor desinstalar usando um desinstalador que varre de maneira mais minuciosa os diretórios e chaves do registro. Você pode encontrar mais informações a respeito (aqui).

    Contudo, tratando-se do Windows é provável que alguns elementos só possam ser excluídos após a reinicialização. Então por via das dúvidas, vá em C:\Program Files e remova a pasta Google. Em seguida, usando as teclas Windows + R, copie/cole na caixa de entrada: %USERPROFILE%\Local Settings\Application Data\
(no XP). Ou copie/cole na caixa de entrada: C:\Users\Seu nome de usuário\AppData\Local (no Vista),
confirme com a tecla Enter ou navegue até a pasta direto pelo Explorer. A pasta AppData costuma está oculta (padrão). Em ambos os casos,  remova a pasta Google.

    Para desinstalar o Google Chrome no OS X ou no Linux, veja (aqui).

    Mas não há motivo para desespero, pois não faltam navegadores excelentes para substituir o teu velho Chrome, Tem o Firefox (melhor opção), Safari e Opera. Há também o Chromium que é a versão GPL do Google Chrome e que por sinal é mais segura que o original e é permanentemente atualizada, além de ser amplamente usado pelos usuários Linux e BSD.

    Também não faltam as variantes do Google Chrome como o Spark, Chromodo, etc.

    Agora é com você!

sábado, 9 de janeiro de 2016

Cuidando da sáude do teu Chrome


    Nem é preciso dizer que o navegador mais usado (e negligenciado) é Google Chrome. Independente de quais motivos o usuário prefere este navegador, uma coisa é certa: Softwares muito populares (e de graça, mesmo sendo proprietário) são sempre visados por cibercriminosos, afinal o navegador é a porta de acesso mais usada ou a entrada para acessar a WEB.

    Não estou vindo aqui dizer que o Google Chrome está vulnerável, pois isto vai depender do usuário, e o mesmo vale para qualquer outro navegador.

    Quando eu visito uma amiga que fez um curso de manutenção, eu não entendo porque o Google Chrome dela mais parece um show de propagandas ou um navegador que precisa ser exorcizado. Pois, do nada este abre 2,3,4 páginas e depois fecha, ou se a minha amiga fecha-as, este abre mais outra... e fica nesta loucura meio aleatória.

    Bem, tá na cara que tem pelo menos um malware, pois estas "aparições de páginas fantasmas" somente ocorre quando a minha amiga usa o Google Chrome.

    Mas o problema não é o Google Chrome, e sim a minha amiga, assim como muitos usuários que vão instalando complementos ao navegador adoidado, ou pior, nem atualizam o mesmo.

    Resumindo o papo, no caso do Google Chrome, o usuário pode (e deve) usar esta Ferramenta de limpeza do Chrome (aqui) feita pelo pessoal do Google. Contudo isto é válido para usuários Windows, no Mac OS X, aí você terá que rodar um antivírus pois esta ferramenta ainda não está disponível ao Mac OS X.

    Todavia em ambos os casos, rode um antimalware para eliminar qualquer praga que possa estar "perdida" pelo sistema, neste caso pode ser um já conhecido como o Malwarebytes (aqui), na aba For Home, escolha o teu sistema, baixe, instale e rode o aplicativo. Este  talvez seja mais apropriado no caso do  Mac OS X e do Google Chrome nos aparelhos portáteis, pois está Ferramenta de limpeza do Chrome é válida em desktops.

sábado, 21 de novembro de 2015

Enquanto o Popcorn Time não volta (Aviso de Segurança revisado) - Atualizado em 05-Jun-2016




 Aviso de Segurança Revisado

     Desde o dia 20 de Outubro de 2015, uma mensagem de texto na página principal do Popcorn dizia (resumindo): "foi bom enquanto durou, mas o serviço de torrent gratuito acabou sobrecarregado e, por conta disso, foi descontinuado". Até ai não há novidade alguma, contudo uma grande parcela dos internautas sai logo correndo atrás de uma alternativa e sem medir consequências. Eu não estou falando de ações legais impetradas pela indústria cinematográfica, mas dos substitutos repentinos do Popcorn . Estes sim, o leitor tem que tomar cuidado.

    Apesar de ser visto por usuários como uma alternativa ao Netflix, o serviço de streaming jamais saiu da ilegalidade, sofrendo com diversas polêmicas por pirataria, de repercussões legais para seus usuários, e constantes invasões ao seu sistema.

    Tem surgido uma alternativa "legal" que está sendo desenvolvida pelos "novos donos" do
Popcorn Time: o Butter (eu particularmente ainda tenho as minhas dúvidas sobre esta "alternativa"). Este serviço de streaming terá a mesma interface e sistema Bitorrent do original, com uma diferença essencial: A promessa de funcionamento dentro da lei.

    Ou seja, menos lançamentos (alguns dos quais inéditos no Brasil), porém, nenhuma infração de direitos autorais ou riscos aos seus usuários. Trocando em miúdos, esta "ilegalidade" está na disponibilização  de títulos em regiões "não autorizadas" pela indústria cinematográfica? Para mim, essa é uma história muito mal contada...

NÃO INSTALE O Popcorn Time.se !!


    No último dia 13 de Novembro, experimentei no notebook da minha irmã o "novo" Popcorn Time, instalado no Windows 7, percebi algumas ligeiras mudanças na interface, a falta da opção Anime, e mais "alguma coisa diferente", seja na execução do aplicativo; seja no tráfego de dados. Pensei comigo mesmo se não era "alguma coisa de programador" na minha cabeça (quem é programador vai entender o que digo). Como era fim de semana e eu não tive muito tempo para "estudar" melhor esta nova "versão" do Popcorn Time.

    Rodei o "novo" Popcorn Time numa Máquina Virtual (MV), além de outros que eu já havia baixado para estudar. Notei que a URL é (http), o que é uma página normal, ou seja sem segurança mas (o velho maldito mas...), o "novo" Popcorn Time está fazendo uso do CloudFlare, uma ferramenta que protege sites de ataques de negação de serviço e ajuda a administrar grandes fluxos de tráfego (algo bem natural tratando-se do grande acesso de torrent). Para fazer isso, o CloudFlare guarda o endereço de IP dos usuários do site.

    Muitos já disseram que eu sou meio paranoico. Se eu fosse assim, eu acharia o uso do CloudFlare muito normal, porém ficou aquela "pulga atrás da orelha". Para que o "novo" Popcorn Time precisaria de um recurso como o CloudFlare se antes não era necessário e ninguém estava disposto em sabotá-lo?

    Por que guardar o endereço de IP? Apesar das pressões das indústrias cinematográficas estarem "pegando no pé" do Popcorn Time, não era nos EUA que poderia surgir alguma reação (a galera norte-americana adora o Popcorn Time).

    O único lugar, ou melhor dizendo, continente que poderia barrar o Popcorn Time seria o europeu.

    Antonios Chariton (aka DaKnOb), relatou ter encontrado falhas gravíssimas no "novo" Popcorn Time. Principalmente deste não utilizar uma camada adicional de segurança que utiliza o protocolo SSL/TLS presente em páginas (https).

    O CloudFlare não está dando segurança ao usuário do "novo" Popcorn Time, apenas aos próprios administradores em impedir que o site seja fechado pela União Européia ou ser rastreado pelas autoridades, e a caçada já começou, confira (aqui).

    Semelhante ao caso do The Pirate Bay (aqui), o CloudFlare pode facilmente ajudar as autoridades a rastrear os usuários do "novo" Popcorn Time através do IP que este armazena e ter o acesso a cada máquina, literalmente.

    Para piorar mais, DaKnOb, levou apenas uma hora para que ele encontrasse a vulnerabilidade, e criasse um plano para aproveitar-se dela e escrevesse os códigos necessários! Mas se você gosta de "roleta russa"...

    Mas não fique desesperado, DaKnOb é hacker (gente do bem), e especialista em segurança de dados, por isso ele alertou a comunidade. Contudo há inúmeros crackers (criminosos) que com certeza já perceberam esta falha (por sinal, uma falha que permite a invasão silenciosa na tua máquina).

    É para preocupar-se? Sim, e muito! Em termos de programação, estudar falhas é digamos, utilizar parte do código fonte original deste "novo" Popcorn Time e montar um script (ou sub-rotina) no próprio Popcorn Time do cracker, fazendo-o este "Popcorn Time" ser mais do que um simples navegador de torrent, mas um navegador que acesse cada máquina dos outros usuários do "novo" Popcorn Time. E imaginação, é o que não falta em qualquer cracker.

    Se você preza seus amigos e familiares, compartilhe este aviso, pois o que está em jogo é a segurança e a privacidade.

    O original Popcorn Time ainda está disponível na WEB, e parece que estão fechando o cerco para ninguém encontrar o Popcorn original (mais adiante você vai entender o porquê).

    Os usuários Linux ainda podem facilmente encontrar nos repositórios ou em páginas web sobre Linux; não sei quanto ao Mac OS X, se a Apple Store ainda mantém alguma cópia do original; quanto ao Windows eu já encontrei em alguns sites de torrent, contudo, fique atento para a data que este Popcorn foi colocado (esta tem que ser anterior a 20 de Outubro de 2015) aproveite enquanto está disponível e livre-se de malwares. A maioria dos sites de download apenas redirecionam para https://popcorntime.io, ou para a "nova versão", o que é inútil.

    Continuando...


    Torrents tem sido há um longo tempo associados com a pirataria. Muitos usuários acham torrents meio "confuso" para começar a usar, no entanto, nunca algo tão grande e popular havia surgido desde o finado Napster. Popcorn Time, por outro lado, era muito mais simples e tinha aquele "toque de Midas" para esconder tudo o que é difícil sobre torrents por trás de uma interface elegante e fácil de usar.

    Popcorn não foi apenas útil em um sentido prático; ele trouxe num app uma elegância e um sentimento de legitimidade. O próprio Netflix admitiu que o Popcorn era o seu maior rival.

     O real perigo está no fato de que existem várias versões do software desenvolvido por várias equipes de desenvolvedores - neste momento, não há um verdadeiro Popcorn Time (exceto o que eu tratei nesta matéria - que é o original). Puderam até encerrar esta versão (na realidade o próprio criador tirou-a do ar), mas é só uma questão de tempo para que um outro em breve venha substituí-lo.

    O Popcorn Time era nada mais nada menos que um cliente de BitTorrent de código aberto (Sebastian, seu criador, disponibilizou-o à comunidade GPL pouco tempo antes de encerrá-lo) que inclui um reprodutor de mídia. O programa destina-se como uma alternativa livre para serviços de streaming de vídeo baseados em assinatura, como o Netflix. Estritamente falando, Popcorn Time não era streaming (transmissão BitTorrent ainda é uma área de pesquisa), mas o download sequencial que oferecia uma experiência de streaming.

    Foi até criado uma alternativa ao
Popcorn Time o Time4popcorn.eu que teve o seu nome de domínio suspenso pelo registro EURid. Hoje, a comunidade se apropriou do projeto e várias versões do software foram criadas. Sebastian Abad, no entanto, afirma que só confia mesmo na variante PopcornTime.io. Segundo ele, isso se deve ao fato de que o código fonte dessa variante é público, permitindo que ele verificasse que não há malwares no programa e que este funciona da mesma forma que o original.

    Apesar dos esforços dos estúdios de cinema e ISPs, ainda é fácil de acessar
Popcorn Time ou uma de suas muitas bifurcações (que foi o objeto original desta postagem). Mais importante, talvez, o app tenha mostrado o caminho para a próxima geração de pirataria online.

    hoje em dia, não é o suficiente e simplesmente fazer conteúdos ilegais disponíveis. Este tem que ser também fácil de consumir - oferecendo uma interface de usuário a par, com ou até mesmo melhor do que as alternativas legais. Este modelo fácil de usar já está se espalhando, com os desenvolvedores lançando um Popcorn Time para a pornografia e (brevemente) um Popcorn Time para a música.



    Por isso fica aqui o meu recado ao leitor, para que tenha cautela antes de sair baixando um novo
Popcorn Time (principalmente no Windows). Eu continuo usando o Popcorn Time original sem problema nenhum, pois escolher entre uma interface nada bonita e a falta de segurança, não é para mim uma decisão tão difícil.

Voltando à matéria principal

    Enquanto o navegador Popcorn Time não esta mais em contato com os arquivos armazenados em https://PopcornTime.io, e por isso não foi mais possível acessar aquela interface gráfica dos teus filmes e seriados preferidos.

    Enquanto o Popcorn não reativa o seu status ou muda de provedor para o armazenamento ou surge um clone fiel aos objetivos do original, você ainda pode assistir os teus filmes e seriados preferidos, claro que sem o mesmo glamour, mas com a mesma qualidade que o Popcorn tem, basta não ser ansioso demais quando carregar o teu Popcorn.

    Então vamos por etapas:




    É provável que esperar o Popcorn carregar acabe demorando demais ou surja uma mensagem como a da imagem abaixo.



    A API que a mensagem refere-se é exatamente aquela interface gráfica com a miniatura dos filmes e seriados, além das sinopses de cada título e da fluida navegação das temporadas e episódios.

     Talvez por não ser importante para a indústria cinematográfica, a opção Anime foi mantida no Popcorn e pode-se acessar como sempre foi.



     Da mesma forma, foi mantida a interface  para selecionar os episódios na opção Anime.




    Mas se a tua praia não é Anime, aí não tem jeito, e se você escolher a opção tentar novamente, vai apenas recarregar o Popcorn e voltar à tela inicial anterior, então descarte esta opção. Contudo, se você escolher a opção Procurar em KAT ou Procurar em Strike você vai poder voltar a assistir o que gosta novamente. Na verdade o KAT ou Strike sempre estiveram à disposição no Popcorn (clicando na pastinha azul ao lado de favoritos), porém, poucas pessoas deram atenção a esta poderosa ferramenta.



    Tudo bem que não é aquela beleza de antes e não dá para ir logo clicando no teu filme ou seriado preferido, porém a caixa de pesquisa está à disposição para escolher (em modo texto). Os filmes ou seriados que você marcou como favoritos não vai funcionar, então esqueça por enquanto.



    A pesquisa continua do mesmo jeito que você sempre usou, portanto escolha uma das opções ao lado da caixa de pesquisa.



    Neste exemplo eu selecionei séries e digitei castle, logo dá para ver uma lista de todos os episódios disponíveis. Basta apenas clicar no link escolhido.



    Se você não quiser assistir agora, mas não quer ter o trabalho de procurar este episódio, você pode escolher a opção armazenar este torrent, deste modo, toda a vez que usar o Popcorn os links que você salvou estarão ali aparecendo (o que não deixa de ser uma alternativa aos favoritos.

    Uma dica no caso de séries, é você salvar logo um ou quantos torrent de temporadas completas, pois ao clicar no link da temporada surgirá uma nova página com todos os episódios, e esses links você encontra em inúmeras páginas web de torrents ou de séries.

    Ao lado direito permanece as opções de tocador para assistir o que você escolheu. Mova o ponteiro do mouse até o nome do arquivo (que na verdade é um link) clique no mesmo e...



    Tudo acontece como sempre foi, e acaba-se a choradeira!

    Ah! Um detalhe aos apressados: Como agora o Popcorn está digamos, em "estado manual", as legendas podem não aparecer de cara (isto vai depender do torrent), porque o navegador nem sempre guarda mais as configurações de idioma, assim como "favoritos", etc, mas as legendas estão lá. Mas isso é o de menos, basta clicar no ícone de legenda e deslizar com a rodinha do mouse até o idioma desejado. Esta operação talvez deva ser feita para cada série ou filme que seja carregado, pois estas e outras configurações automáticas, ficavam no https://PopcornTime.io, mas ainda é provável que o PopcornTime ainda memorize. A propósito, às vezes os novos episódios de séries aparecem mais cedo no Popcorn do que nestas outras "versões". Eu esqueci de mencionar este detalhe pois, pessoalmente não faz-me muita diferença ter ou não as legendas com o áudio em inglês. Mea culpa...



    No caso dos filmes, você tem até mais opções em escolher um torrent. Neste caso eu escolhi o filme Resident Evil sem especificar o ano, logo a lista trás várias opções desta saga, inclusive alguns já legendados e talvez dublado (vai depender do filme).

    O processo é o mesmo citado acima. Note  no botão acima ( a letra "T" em branco) este indica que a tua pesquisa foi atrás de uma página de torrente (neste caso você estará usando o KAT), caso queira conferir, use o botão ao lado deste (neste caso você estará usando o Strike) que vai te mostrar outros torrents ainda dentro da tua pesquisa.

    Um pequeno detalhe: Ao que tudo indica o Popcorn foi descontinuado mas o aplicativo (que na verdade é um navegador de torrent) pode ser usado livremente e sem problemas, pois como eu citei anteriormente, Sebastian, seu criador, disponibilizou-o à comunidade GPL (código aberto). É tudo uma questão de criatividade e imaginação do usuário para executar mídias em torrent.

    Ou seja, você pode assistir outros filmes e seriados que não fazem (ou nunca fizeram) parte dos resultados de pesquisa do Popcorn, mas com a mesma qualidade. É só arrastar um torrent (vídeo ou música) para a tela do Popcorn e assistir.

    Caso você seja um programador, você pode pegar o código fonte e acrescentar no mesmo outros endereços de mídias em torrent. O Popcorn nunca armazenou as mídias que este executava. Estas sempre estiveram (e continuam a estar) espalhadas por centenas e centenas de sites de torrent na WEB.

    Resumindo a história: Não tem como o verdadeiro Popcorn ser fechado (pois a página deste já foi), já que o mesmo apenas é um navegador de torrent (sem malwares) que está instalado na tua máquina. É algo semelhante a quererem impedir você de usar o Chrome ou Firefox. A única forma do Popcorn ficar obsoleto é eliminarem todos os torrents da WEB. Por isso, cuidado com "soluções fáceis".




Uma notícia boa




    Há alguns dias voltei a usar o Popcorn original e percebi que a pesquisa de torrent não dá mais resultados, contudo este não continua inútil pois ainda é um navegador de torrente seguro que você pode salvar no mesmo torrents de filmes ou episódios de séries (ou temporadas completas), como se você tivesse favoritado-as. Você também pode "ressuscitá-lo" indo em configurações e mudar os endereços de pesquisa do KAT ou Strike

    Eu afirmei antes que estavam "fechando o cerco" do Popcorn original, e parece que conseguiram. Porém surgiu uma variante do Popcorn que não quis mudar o visual ou estilo que outras variantes adotaram. Eu falo do Popcorn Time CE. Este não faz uso do CloudFlare e mantém-se como o original, não exige inscrição ou ter que pagar alguma coisa, apenas executar e assistir. Ou seja, esta variante está fazendo aquilo que Sebastian queria.

    
     O Popcorn CE tem pontos positivos que as outras variantes do Popcorn não tem:

  •     A opção Anime está de volta (exatamente como o original);
  •     A possibilidade de assistir nas qualidades 480p, 720p (HD) e 1080p (Full HD). O que pode ser muito útil para quem não tem uma assinatura de internet com alta velocidade;
  •     A simplicidade e a interface amigável que todos vocês já conhecem;
  •     Você continua a não precisar inscrever-se ou pagar alguma coisa.

    O Popcorn CE não tem que preocupar-se com ataques de negação de serviço até porque hacker nenhum vai querer estragar algo que está levando diversão a todos e de graça! Tal tipo de ataque só poderá advir de operações das autoridades competentes com mandato judicial.

    A minha opinião pessoal é: O Popcorn CE é mais seguro (do ponto de vista do usuário) do que as inúmeras outras variantes com bonitos efeitos gráficos e uma página web com apresentações da história do Popcorn  e da segurança em baixar e usar, mas paradoxalmente, alertando o usuário que o seu uso é por conta e risco do mesmo. O original Popcorn não fazia uso de todo esse marketing quando foi lançado e caiu nas graças dos internautas pela sua simplicidade e elegância. Muito marketing para algo que todo mundo já conhece, é motivo para desconfiar...

    Contudo, sinta-se livre com a tua escolha.

    Agora só falta a pipoca!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Por que você pagou para perder a tua privacidade?


    Eu sei que todo mundo um dia perde a inocência, a virgindade mas pagar para perder a privacidade... Nem o pessoal que participa daqueles Reality Shows, estilo Big-Brother paga para passarem um tempo sem privacidade. Pelo o contrário, sempre saem ganhando alguma coisa. Mas é justamente isso que a Microsoft faz com os usuários do W10! Você paga por um sistema que te toma no mundo virtual toda a tua privacidade!

    Em declarações à PC World, o vice-presidente corporativo Joe Belfiore da Microsoft explicou que o W10 está constantemente rastreando as atividades do teu computador e de como este funciona (ou seja, o que você faz neste), como você o está usando e ainda enviar as informações de volta para a Microsoft por padrão! Mais importante, Joe Belfiore também confirmou que, apesar de oferecer algumas opções para transformar elementos de rastreamento de fora, a coleta de dados que está embutida no núcleo do sistema (Kernel), simplesmente não pode ser interrompida!



    Basta você estar conectado e a posse da tua privacidade online é da Microsoft. Como o núcleo do sistema independe do aplicativo ou rede que você use, a tua privacidade na Deep Web (DW) já era!

    E tem mais. Segundo Joe Belfiore,  "- Nos casos em que nós não temos fornecido opções, nós sentimos que essas coisas têm a ver com a saúde do sistema", disse ele. "- No caso de saber que o sistema que nós criamos está falhando, ou está tendo sérios problemas de desempenho, nós vemos isso como muito útil para o ecossistema e, portanto, não um problema da privacidade pessoal, que hoje coletar esses dados deste modo, é fazermos dessa experiência o melhor para todos. ".

    Esse Joe Belfiore deve ter fumado muita erva para querer convencer que coletar os dados e atividades pessoais dos usuários do W10 faz bem para o ecossistema !! De todas as respostas mais esfarrapadas da história da Microsoft, esta é a mais insana e absurda, além da "cara de pau" de tratar a privacidade alheia como um mal ao ecossistema.


    Agora eu te pergunto leitor: Quem garante que a NSA não pode facilmente ter acesso às atividades dos usuários do W10? E para quem não percebeu a dimensão disto, o fato de que o W10 está constantemente rastreando as atividades do teu computador e de como este funciona, chama-se de um spyware proprietário, e como este trabalha no núcleo do sistema, não há antispyware que possa fazer alguma coisa.

    Mas como tudo o que é do Windows pode-se fazer uma engenharia reversa, os crackers de plantão não vão perder tempo para conseguir encontrar alguma falha... A história mostra por si só como estas práticas não são tão difíceis...

    Deixa eu ver... o núcleo deve ter sido escrito em VB, C, C++ ou C#, tanto faz... Traz de volta para o Assembly e converte para uma das opções acima. "Caiu a ficha" agora?

    Para a galera que gosta de teorias da conspiração, está aí uma que é bastante real. Depende agora, do interesse de cada usuário, resgatar diante das autoridades em seu respectivos países, o seu direito inalienável à Liberdade, Privacidade e a Honra Pessoal, pois a Microsoft ganha com a venda (ou o repasse) destes dados, além de ter sido paga pelo usuário que comprou o sistema.

    Na minha primeira postagem sobre o W10 (aqui), eu já mostrava a minha desconfiança sobre este sistema operacional ser lançado às pressas. As garras da Microsoft estão surgindo lentamente, mas progressivamente. Muita coisa é hoje feita através da WEB (de uma simples consulta à uma transação financeira). Você tem certeza de que os teus dados (e o uso dos mesmos) estão sobre o teu controle?

    O recado está dado.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Vale a pena o serviço em nuvem "Cloud Computing"? (ALERTA) - Atualizado em 25-Abr-2017


    Eu mencionei  sobre o serviço em nuvem na matéria sobre a Deep Web (DW), e como há muita coisa sobre a DW não entrei em detalhes, mas vale agora fazer algumas considerações.



    O serviço em nuvem já está bem consolidado é os usuários nem percebem que estão usando um serviço como esse. É apenas uma questão de tempo para os futuros sistemas operacionais operarem diretamente da nuvem, e com a explosão de vendas de TVs inteligentes que mesclam a programação em HD com serviços via streaming, acesso a e-mails, documentos pessoais, apps, etc.

    As novas TVs provavelmente vão substituir os atuais desktops nas residências, e as TVs poderão "conversar" entre si mesmas, expandindo ainda mais o conceito de rede doméstica; além de servirem de roteadores para dispositivos móveis via wi-fi e Bluetooth, aposentando de vez o Blu-ray, pois tudo será acessível pela nuvem, e sem contar com as TVs com um HD incluso, onde pode-se guardar qualquer programa para revê-lo quantas vezes quiser, dispensando a necessidade de uma assinatura de HDTV.




    Na verdade já há tecnologia de sobra para tudo isso está funcionando, mas como todo mundo sabe, sempre uma nova tecnologia põe em risco o emprego de milhares de pessoas que dependem da indústria que não pode abandonar as antigas tecnologias depois de tantos anos de investimento em material e treinamento, mas as mudanças vão chegar, e é só uma questão de tempo.

     Para os céticos que duvidam da segurança, eu posso afirmar que os dados lá estão mais seguros do que no PC ou celular, já que a grande maioria relaxa muito no critério de segurança. Tem muita gente com o PC mal configurado, desorganizado, fragmentado e o pior, desatualizado, isso sem contar com aquele PC que todo mundo da família mete a mão e que tudo pode acontecer!

     O serviço em nuvem é muito mais seguro pelo fato de que o servidor já possui várias camadas de rede, com firewall e antivírus, porém não quer dizer que salvando arquivos infectados com algum malware, este seja milagrosamente recuperado pelo servidor.

 


    Tem muita gente que pensa que os servidores que oferecem o serviço em nuvem vão substituir os antivírus, e não é bem assim. Isto por que a responsabilidade do armazenamento dos arquivos é do usuário. Ou seja, se o usuário armazena em nuvem algum arquivo infectado ele vai permanecer infectado, mas não vai infectar as outras contas de usuários do mesmo serviço de nuvem. Talvez o servidor faça alguma varredura atrás de malwares, neste caso ele pode até isolar o teu arquivo infectado ou mesmo deletá-lo.

    Hoje em dia a grande maioria dos servidores usa alguma distro GNU/
Linux (ou outra variante do UNIX usando a janela X11) em pelo menos uma dessas camadas (inclusive a própria Microsoft, quem diria...) e serviços de compartilhamento como o Samba, que simula um servidor Windows, permitindo que seja feito gerenciamento e compartilhamento de arquivos em uma rede Microsoft.

    E se você for esperto, ainda pode compactar os teus arquivos mais importantes (com senha e criptografia) e guardar na nuvem. Além de ocupar menos espaço, somente você poderá acessar este conteúdo.

     Isto tudo, além de dar uma folga ao teu HD e organizá-lo melhor. Caso o PC em questão seja compartilhado pelos membros da família, dá para cada um guardar os próprios arquivos em nuvem, encerrando intermináveis discussões, o que é muito útil no quesito privacidade, e como todo mundo tem pelo menos uma conta de e-mail porque negligenciar este serviço?







     O serviço em nuvem veio para aposentar os pendrives com a vantagem que você pode acessar os teus arquivos através de qualquer dispositivo móvel ou fixo, independente da plataforma que use. Mas não fica só nisso, muitas empresas já oferecem seus produtos em nuvem, dispensando a necessidade de obter um CD/DVD para instalar. Tudo é feito diretamente da nuvem, e qualquer configuração ou atualização do cliente fica sempre atualizado. Um excelente exemplo é a plataforma Steam que disponibiliza uma comunidade de jogadores com todas as bibliotecas de jogos e serviços, e que ninguém tem que se preocupar com o próprio jogo caso ele tenha sido literalmente apagado do HD, pois é só se conectar e automaticamente cada jogo instalado vai ser reposto exatamente como estava (incluindo os créditos, status, históricos, compras já feitas e bônus, etc.).

    É claro que há muitos outros serviços de nuvem semelhante, por exemplo a Apple Store, o Play Store, os próprios repositórios de Linux/BSD, e por ai vai...





    Mas como estou tratando do usuário comum, o serviço de nuvem pode ser de grande serventia e facilitar muito a vida de profissionais liberais permitindo que eles ao invés de carregarem um monte de papelada nas suas pasta ou até mesmo os próprios pendrives, eles possam ter a copia de tudo isso na nuvem (pelo menos ninguém corre o risco de perder os seus dados), e quando chegar em casa, o profissional pode muito bem dar continuidade ao trabalho que estava fazendo.

    Imagine por exemplo um médico que tem a ficha de todos os seus pacientes em nuvem. No caso do médico ser chamado, este pode consultar a ficha do  paciente em questão, exames e procedimentos clínicos dele  através do seu próprio celular ou notebook/tablet, ou até mesmo repassar esses dados para um outro colega caso ele não possa atender. E que tal um advogado que pode consultar todas as suas anotações e poder pesquisar os códigos das leis e suas jurisprudências direto da sua nuvem (inclusive durante um julgamento). Ou seja, para os profissionais a imaginação e a criatividade é o limite.





     Uma ótima ideia também é a de fazer um backup em nuvem de tudo o que é importante e principalmente insubstituíveis, como as fotografias, declarações de Imposto de Renda, vídeos caseiros ou profissionais, etc.


    Se um dia o teu HD "fritar", dependendo do caso, você pode literalmente perder tudo!!! E olha que isso acontece muito em notebooks (devido ao calor e má ventilação), e a principal causa é o uso do mesmo sobre a cama, sofá ou qualquer superfície macia que veda as poucas áreas de ventilação. E o pior é que nem sempre há um aviso quando acontece, o notebook trava ou reinicia do nada e há muita gente que pensa que é vírus ou "bug" do Windows, e deixa pra lá, quando na verdade é o teu microprocessador reagindo ao excesso de calor devido a má circulação de ar.

    Isso sem contar com a possibilidade de roubo ou um acidente. Há um velho ditado que diz: "- Não guarde todos os ovos numa única cesta, se esta cair... você vai perder tudo!". Tratando-se de computação, um backup é mais do que indispensável, é vital.

     O melhor de tudo, é que você não precisa gastar nada! Eu uso alguns serviços de  nuvem (todos gratuitos). Particularmente uso cada nuvem para uma categoria de "backups", desta forma eu sei exatamente onde procurar o que eu preciso.




    Armazenar em nuvem é muito legal mas (tem sempre um "mas"...), de nada vai adiantar esse serviço se você relaxa no critério segurança. Eu sei que eu até pareço paranoico de tanto falar em segurança, mas tratando-se da WEB, tudo nela é apenas o reflexo da vida real representado em bits e bytes. Da mesma forma que você guarda os teus pertences com cuidado (seja pelo valor, seja por garantir a tua privacidade ou seja por força de algum contrato de confidencialidade, etc.), no mundo virtual esta prática tem que ser a mesma, pois por detrás deste mundo virtual existem pessoas reais de boa índole, mas infelizmente como nada é perfeito, existem também as pessoas de má índole. E cá pra nós, segurança não é algo tão difícil de se aplicar, não é?






    O ser humano tem por natureza acreditar que um serviço na WEB já vem pronto e livre de problemas. Isto pode até ser verdade dependendo de quem fornece o serviço mas não de quem o utiliza.

    Talvez uma analogia deixe as ideias mais claras: Quando você compra um carro (ou mesmo aluga-o), é lógico que este está completamente seguro e possui todos os acessórios que você pode precisar (inclusive para trocar o pneu), você tem a garantia da fábrica, seguro, etc. Porém nada disso vai evitar você de bater noutro veículo ou até mesmo em um poste. É claro que ninguém compra ou aluga um carro para isso, mas como seres humanos somos falhos, teimosos, orgulhosos, irresponsáveis e até mesmo estúpidos, e são essas nossas imperfeições que nos levam a deixar de lado o quesito segurança.


    Seja que serviço da WEB você use, sempre você vai ter que equilibrar duas coisas: o software e o hardware. Na analogia acima, o software é você e o hardware é o carro. Na WEB você tem a nuvem como um hardware virtual, você e teus hábitos de navegação são o software que vai "dirigir" o uso dessa nuvem.



    Atualmente muitas pessoas estão armazenando seus dados na nuvem, seja em serviços como Dropbox, em aplicações de e-mail como o Gmail ou em redes sociais como o Facebook. Mas, a verdade é uma só: Quase ninguém protege as próprias informações como deveria. Para te ajudar a manter teus dados mais seguros, aqui vão algumas dicas simples que podem evitar intrusos na tua nuvem.




          1 - Senhas e perguntas de segurança




    O ideal é que as senhas sejam únicas para cada serviço usado e que tenham um grau de complexidade alto para que ninguém consiga descobri-la. Portanto, misture números com letras e símbolos, e não se esqueça de incluir letras maiúsculas e minúsculas (provavelmente você já leu isso centenas de vezes).

    Tudo bem, parece coisa de paranoico mesmo, mas é claro que nem todo mundo guarda na nuvem arquivos muito valiosos, afinal de contas, o valor destes arquivos é subjetivo e somente você é capaz de medir esse valor.

    O que eu posso dizer é que a tua senha deva ser complexa para as outras pessoas, mas simples para você. Não adianta criar uma senha do tipo que se escreve de trás para frente, se o que o que você escreveu não é fácil de lembrar, e sim de esquecer! Eu já perdi a conta de quantas pessoas eu já vi perdidas por não se lembrarem da senha que elas mesmas criaram.

    A complexidade da senha não está apenas na mistura de letras e números, mas no sentido que esta faz para você. Ou seja, a grande sacada é criar frases que tenham algum sentido apenas para você - pode ser o nome de uma canção que sempre vai marcar um momento importante da tua vida; o nome de um livro e/ou autor que te seja querido; o nome de um lugar especial que te trás boas recordações, etc. Todas as pessoas tem alguma lembrança de algo que somente elas sabem, então não é difícil encontrar uma boa senha para ser usada - lembrando sempre que letras minúsculas e maiúsculas são caracteres diferentes.

    Outro ponto importante é escolher respostas aleatórias para as perguntas de segurança, normalmente usadas para confirmar que você perdeu tua senha. O exemplo anterior também serve para essa combinação de pergunta/resposta.



          2 - Quando for possível, encripte


 
    O software de encriptação irá embaralhar as informações e torná-las ilegíveis para qualquer pessoa que não tenha a senha para descriptografá-las ou determinação suficiente para quebrá-las. No entanto, como tudo o que torna os dados mais seguros, a criptografia requer um esforço por parte do usuário, como lembrar a senha dos serviços que oferecem a criptografia.

    A garantia da segurança na nuvem precisa partir do cliente. Portanto, não use apenas a criptografia oferecida como um recurso padrão (se algum cracker conseguir quebrá-la, ele poderá quebrar de qualquer outro usuário). Você terá de achar um outro serviço de criptografia e, às vezes, até pagar por isso, porém existem muitos softwares gratuitos que realizam esta tarefa. O uso de criptografia como requisito de segurança pode até não ser usado caso os teus arquivos sejam simples como fotos (desde que não sejam íntimas demais), músicas, etc.



          3 – Use autenticação de dois fatores


    A autenticação de dois fatores significa que o login requer um nome de usuário, uma senha e um código único enviado naquele momento para um dispositivo que está com o usuário. Algumas contas do Google, Outlook/Hotmail, etc. por exemplo, enviam o código por meio de um SMS ou até para um aplicativo. Este método pode exigir mais atenção, já que a pessoa que for acessar a conta sempre deverá estar com o dispositivo na mão para receber o código da vez, mas é bastante eficaz, pois bloqueia acesso mesmo de pessoas que tenham descoberto a tua senha. Mas lembre-se de manter a bateria do teu smartphone com carga suficiente para poder receber este código, pois não vai adiantar nada acessar a tua nuvem com o smartphone descarregado...

 
          4 – Faça backup



    Pode parecer estranho fazer backup de dados que estão na nuvem, já que na maioria das vezes esta é usada como próprio backup. Mas, esta é uma forma de assegurar que você nunca perderá aquelas informações. Os HDs externos estão ficando mais baratos e, por isso, é possível fazer várias cópias de teus dados em diversos locais. Vale a pena lembrar que os serviços de nuvem gratuitos não oferecem muitos gigabytes, e dependendo das tuas  necessidades, pode ser mais seguro ter um HD com tudo o que é importante, e na nuvem o que você costuma usar mais.






            5 – Delete quando não for mais usar


    Em uma época em que o armazenamento dos dados parecem ilimitados, pode ser difícil conseguir escolher quais e-mails ou arquivos precisam, realmente, permanecer na nuvem. Mas, o ideal é que você sempre apague as informações que não terão mais uso ou que não precisem mais serem acessadas de qualquer lugar. Esta é uma forma de garantir que teus dados mais recentes estejam em segurança e sempre tenha espaço disponível. Os dados mais antigos podem ficar guardados em uma mídia tipo CD/DVD ou pendrive em um lugar seguro longe do equipamento que você use ou do local aonde trabalha. Cópias digitais de contratos, projetos, etc. podem estar mais seguros em um cofre de banco.



          6 – Esteja atento



    Esteja sempre atento na WEB. Deixe teu antivírus atualizado para se prevenir de malwares e mantenha tua rede Wi-Fi bloqueada. Não clique em links ou abra arquivos suspeitos, mesmo que eles sejam enviados por pessoas ou empresas conhecidas.

    Além disso, se você parar em algum site que pareça estranho, saia imediatamente. Tudo isso pode parecer clichê, mas é importante lembrar de todas as dicas mais básicas de segurança para evitar perdas de dados, e lembre-se não cai naquela conversa tipo: "isso não vai acontecer comigo!". É dessa ilusão que os crackers se aproveitam...

    Bem, é claro que a grande maioria está interessada em usar um serviço de nuvem gratuito, e por estranho que pareça, muitas pessoas nem sabem que há muito tempo já tem à disposição um serviço desse.

    Então vamos lá descrevendo alguns serviços de nuvem sendo que a inscrição no mesmo é através de uma conta de e-mail, em geral o usuário pode acessar através do navegador e/ou pode instalar um app que cria uma pasta no HD e sincroniza o conteúdo dela com o que está na nuvem, no caso de celulares este app faz um link direto com a nuvem podendo gerenciar o teu conteúdo como se estivesse no próprio celular. Aqui eu vou listar os serviços mais conhecidos, gratuitos, seguros e vantajosos:




          a) Google Drive. Se você possui um e-mail do Google (Gmail), você já tem à disposição o armazenamento em nuvem Google Drive que te fornece 15 GB.

    O funcionamento básico do Google Drive é similar ao dos concorrentes. O usuário instala ferramentas de sincronização no PC, smartphone e tablet (um pequeno app). Depois, basta colocar um arquivo em uma pasta específica para que ele seja copiado automaticamente para a nuvem - então, o arquivo fica disponível para todos os dispositivos quando conectados à internet. Além disso, o Google Drive tem integração total com o Google Docs e os documentos também podem ser compartilhados com outras pessoas. Vale ressaltar que os usuários do navegador Chrome/Chromium  tem à disposição uma infinidades de apps da Google Store (também vale para algum "primo" do Chrome , tipo Spark, Dragon, etc.) e tendo quase cem apps para manipular arquivos direto do Google Drive, este é um entre os "generosos" em armazenamento e seguro que eu conheço;

https://www.onedrive.live.com/


          b) OneDrive. Se você possui um e-mail da Microsoft (Outlook, ex-Hotmail), você já tem à disposição o armazenamento em nuvem OneDrive (ex-SkyDriver) que agora te fornece 15 GB (antes era só 7 GB, mas como estava perdendo para o Google...), mas tem duas principais diferenças: aqui, você só pode subir um arquivo por vez e nunca de uma pasta inteira, como no Dropbox ou Copy, etc. A segunda, é que você apenas pode usá-lo com o teu e-mail Outlook/Hotmail, ou seja não te é permitido compartilhar com quem não use o serviço de e-mail da Microsoft.

    E antes de falar sobre o Dropbox, a Microsoft resolveu fazer uma jogada tipo "All in" contra este:

   
    A Microsoft adotou uma postura agressiva para conseguir destaque no mercado de armazenamento na nuvem. Para isso, a empresa de Redmond lançou uma promoção que dava 100GB de armazenamento gratuito por um ano para usuários do serviço rival Dropbox.

     Tudo que você precisava fazer (caso fosse um usuário do Dropbox, é claro) é se inscrever no OneDrive.


    A Microsoft não deixou claro se a oferta era limitada, por isso valeu a pena correr e garantir os 100GB de armazenamento gratuitos por uma temporada. Contudo...

    O que era para ser apenas uma jogada de marketing, acabou tornando-se um grande problema para a Microsoft. O pessoal da Microsoft achou (ou entendeu) que esta "promoção" era geral e não a limitou apenas aos usuários em território norte-americano. Isso de certa forma deu um baita prejuízo, pois usuários de todo o planeta caíram como abelhas no mel, aos milhares.

    E de acordo com as leis que protegem os consumidores em vários países (como o Brasil), retirar este bônus é crime e passível de severas multas por caracterizar-se como falsa propaganda, ou seja, não pode ser desfeito. Então, quem aproveitou (fora dos EUA), se deu bem!

     Eu fiz a minha inscrição e beleza (100GB free)!!

    Não sei qual foi o motivo, mas assim do nada a Microsoft já vem anunciando que os 15GB gratuitos cairão para apenas 5GB a partir de 11 de agosto de 2016! Também acabando-se com todos os bônus que você possa ter por fora! E não para por aí. Até para quem tem uma assinatura paga de um valor, vai assim mesmo perder muitos gigabytes. Quem tiver uma assinatura (já paga) vai poder usar o armazenamento até a data limite, depois o usuário terá que comprar um armazenamento adicional.

    Para mais detalhes sobre esta decisão ilegal (para os assinantes que pagaram), leia mais (aqui).

    Mudar as regras de um contrato já firmado e de forma unilateral é crime no Brasil previsto no Código de Defesa do consumidor (CDC). Espero que os usuários busquem os seus direitos na OAB e no Ministério Público.

   

https://www.dropbox.com/


          c) Dropbox. É um sistema de armazenamento em nuvem que inicia-se gratuitamente com 2 GB e conforme indica amigos o espaço para armazenamento de arquivos cresce até 18 GB
(tanto para PC como para qualquer dispositivo móvel) e o compartilhamento de arquivos é livre, assim como a criação da conta que pode ser feita a partir de qualquer servidor de e-mail.

    É permitido salvar vários arquivos de uma só vez ou pastas com arquivos. O Dropbox é muito conhecido pelos usuários do Linux e em muitas distros Linux/BSD costuma já vir com um app instalado, e sua presença é garantida nos repositórios caso este não encontre-se nativo em alguma distro, este é outro entre os "quase generosos" em armazenamento e seguro que eu conheço;






https://mega.co.nz/


          d) Mega (ex-MegaUpload). É um sistema de armazenamento em nuvem que inicia-se gratuitamente com 50 GB, no estilo do Dropbox,  há extensões para os navegadores Mozilla Firefox e Chrome/Chromium (ou algum baseado neste, tipo Spark, Dragon, etc.), além de apps para smartphone com Android , iOS e BlackBerry. Você pode acessar através do teu navegador ou dispositivo móvel. No PC/notebook, é só arrastar os arquivos direto para a página aberta ou clicar em Carregar Arquivo (File Upload), navegar até a pasta e selecionar o que quer salvar.

    O Mega se dá bem praticamente com todas as plataformas (tanto para PC como para quase todo dispositivo móvel) e o compartilhamento de arquivos é livre, assim como a criação da conta que pode ser feita a partir de qualquer servidor de e-mail. 

    É permitido salvar vários arquivos de uma só vez ou pastas com arquivos. O Mega está entre os serviços de armazenamento "bem generosos" em nuvem gratuitos (que você pode colocar tudo).

    Os 50 GB do Mega não são uma "generosidade" à toa: Na época do então MegaUpload, este serviço em nuvem era muito bom - quem usou a conta "Premium" sem pagar nada (como eu), pôde conhecer a alta velocidade e a segurança de dados que era. Como grande parte do conteúdo hospedado no MegaUpload foi considerado ilegal, sobrou muito espaço livre no hardware de Kim Dotcom, por isso está explicado os 50 GB. Contudo, a segurança dos dados armazenados no Mega é relativamente boa e criptografada.

    E falando do Mega, saiu em 04 de Abril de 2015 a Makulu, uma nova distro Linux que parece ter o patrocínio deste ou a intenção de expandir o serviço de nuvem, é bem legal, confira (aqui) .




          e) MediaFire. É um sistema de armazenamento em nuvem que inicia-se gratuitamente com 50 GB, no estilo do Dropbox e Mega. O MediaFire se dá bem praticamente com quase todas as plataformas (para PC apenas Windows e OS X), assim como para dispositivos móveis (Android e iOS),  usuários Linux podem usar o Wine enquanto não é lançada a versão para Linux/BSD. O compartilhamento de arquivos é livre, assim como a criação da conta que pode ser feita a partir de qualquer servidor de e-mail. 

    É também permitido salvar vários arquivos de uma só vez ou pastas com arquivos. Entre os armazenamento em nuvem gratuitos (que você pode colocar tudo), este é outro "bem generoso" em armazenamento e segurança que eu conheço;




          f) imgbox. Este não tem como não querer usar. O imgbox literalmente não tem limites, a não ser no limite em subir arquivos (10MB de cada vez). É ideal para você subir tuas imagens e vídeos, pois o imgbox apenas aceita estes tipos de arquivos, o que é muito bom para deixar mais espaço em outros serviços de nuvem.

    O compartilhamento de arquivos é livre, assim como a criação da conta que pode ser feita a partir de qualquer servidor de e-mail. Vale a pena conferir! 





http://minhateca.com.br/
 
          g) Minhateca. Com certeza, este você não vai deixar de usar, pois além de ser gratuito, este literalmente não tem limites de armazenamento (existe até um ranking dos usuários que mais tem arquivos ali armazenado). O legal é que não há restrição ao armazenamento de algum tipo de arquivo (desde que não seja de natureza criminosa), você pode salvar o que quiser e o quanto quiser.

    Apesar de estar bem claro no contrato (é longo mais vale a pena ler) que o administrador do Minhateca pode retirar da tua conta os arquivos que possam violar algum direito de Copyright, desde que (é claro) haja alguma solicitação por parte de quem tem o direito.

    Contudo, o que mais eu encontro lá são: muitos filmes, músicas, documentários, seriados (novos e antigos), e-books, softwares e tudo o que é tipo de imagens ISO. Ou seja, se o autor não reclama pelos seus direitos autorais, continua lá.

    O administrador do Minhateca solicita que o usuário peça alguma autorização ao autor (ou autores) de direito, para postar ali. Ele cita que muitos cedem a autorização por não haver comércio real no Minhateca. Tudo o que você guarda lá pode ser compartilhado por todos; o que você guarda pode ser "copiado" para a conta de outro usuário (na verdade é um link que exibe na tua conta tudo o que você "copiou" de outra conta, com os mesmos direitos de uso como se você mesmo tivesse colocado).

    É claro que você tem o direito de criar quantas pastas protegidas com senha quiser, para poder ali, manter o que você não quer que ninguém saiba, copie ou baixe! Também há a possibilidade de proibir que outros usuários "copiem" os arquivos que você guardou, mas que possam fazer o download do mesmo (ou não). Há uma opção que deixa a tua pasta (ou arquivo) invisível aos outros.

    A "cópia" de arquivos ou pastas de e para a tua conta, ocorre praticamente de forma instantânea, pois na verdade, você apenas incorpora os links para os arquivos. Este recurso é útil para evitar redundâncias no conteúdo da nuvem.

   O Minhateca tem um serviço de chat e mensagens pessoais, que você pode trocar de ideias sobre quem postou o que, ou se alguém gostaria que você armazenasse alguma coisa. Este é um aspecto bem positivo, pois a galera faz questão de colocar de tudo.

    O administrador pede que os usuários evitem (se possível), material de conteúdo violento ou adulto, pois o Minhateca é usado por pessoas de todas as idades e isso evitaria que os responsáveis solicitassem a retirada deste conteúdo (o máximo que você pode fazer é marcar a pasta como conteúdo adulto (+18) ou colocar senha e dar a permissão a outro(s) usuário(s) de acessá-la/baixá-la/copiá-la).

    Preste a atenção: É vedado toda e qualquer forma de publicidade ou uso comercial da Minhateca, material criminoso (pedofilia, drogas, armas, serviços de prostituição, divulgação de qualquer movimento que incite em formação criminosa, preconceito ou, descriminação seja de que tipo for). O administrador reserva-se ao direito de repassar os teus dados as autoridades competentes do país que você encontra-se, apenas nestes casos.

    Ainda assim, não faltam coleções de fotos e vídeos de conteúdo adulto, mas nada criminoso. O administrador pede (no contrato) que os usuários denunciem (há um link ao lado de cada arquivo) qualquer tipo de abuso, principalmente propagandas e conteúdo criminoso, para não virar um Facebook da vida...

    Na verdade o Minhateca era até um tempo atrás um serviço de nuvem que visava o compartilhamento aberto, sem custos, limites ou captcha para baixar. Ou seja, o Minhateca era um tipo de Torrent de forma gráfica onde era possível visitar o conteúdo de outros usuários (desde que desprotegidos) mesmo não sendo escrito e fazer o download dos arquivos livremente, respeitando as configurações que cada usuário definiu na sua conta, pastas e arquivos.

    Tem mais, é possível visualizar as imagens e assistir uma pré-visualização de um vídeo (10 minutos), para vê-lo por completo, é só baixar o vídeo (desde que você o tenha subido), o que permite assistir clipes de música e pequenos vídeos sem precisar baixar (o mesmo vale para áudio, tipo mp3, wma, etc.).

    O Minhateca tem um pequeno aplicativo (chamado de Caixa), que instalado permite você adicionar, apagar ou classificar o que você quiser de uma só vez e gerenciar a tua conta sem precisar usar o navegador. Ainda não tem aplicativo para Linux e OS X, apenas para Windows. Contudo eu estou usando o Caixa no meu Linux tranquilamente através do Wine.

    O que ainda é mais legal é a liberdade de poder procurar por algum arquivo (tem uma caixa de pesquisa) sem precisar saber qual usuário tem o que você procura, e poder "copiar" o mesmo para a tua conta mas baixar livremente, somente se você mesmo subiu e tem uma conta lá, caso contrário, teu limite agora é de 50 GB de download por semana.

    Mas como tudo o que é bom dura pouco, e depois que muitos usuários colaboraram diariamente subindo todo dia, todo o tipo de arquivo que conseguiam encontrar - na verdade, esta galera pega muita coisa que dá trabalho em encontrar e baixar na WEB.

    Muitos pegam material por terem alguma conta paga e subindo ao Minhateca, que agora este material não é mais livre de ônus para todos. Agora quem não tem conta deve pagar para fazer o download, e quem tem conta, apenas pode baixar agora 50MB por semana  que "copiou" de outra conta. Ou seja, quem subiu muitos vídeos (mesmo sendo pessoais) não vai ter que pagar por esses arquivos se ultrapassarem o tamanho de 50MB, mas o de outros...

   Apesar do servidor do Minhateca ter o DNS do Brasil (e ser muito usado por brasileiros), na verdade este está hospedado nos EUA, Washington DC (Hagerstown), cujo provedor é SoftLayer Technologies Inc. A plataforma é bilíngue (português/inglês).

    Este não é mais o vantajoso serviço em armazenamento gratuito. É claro que o limite para subir ainda é ilimitado, mais o baixar arquivos dos outros... Em termos de backup, pode ser uma boa ideia, mas se você precisar descer mais de 50GB por semana de arquivos que encontrou noutra conta.... O que é provável é que o Minhateca tenha tornado-se interessante para quem quer pegar algo lá, e não necessariamente guardar. O que faz com que Copy, o OneDrive e o Google Drive possam terem tornado-se mais interessantes em armazenamento gratuito que eu conheço, e por isso devem ser usados por você para outros fins.

    Outros tipos de armazenamento em nuvem:

http://www.minus.com/


         h) Minus. É um servidor online para compartilhamento de arquivos. Porém, ele se destaca em vários aspectos quando comparado com outros espalhados pela rede, principalmente por ser compatível com múltiplas plataformas e dispositivos.




    As características de destaque do Minus vão além do amplo suporte. Isso porque ele deixa o usuário subir e compartilhar grandes ou pequenos arquivos online. O limite por arquivo individual é de 200 MB, mas é possível armazenar até 10 GB. Os arquivos podem ser compartilhados de forma pública ou privada e nunca expiram.


    Eu sei que o Minus mais parece ser um serviço para meninas devido a sua página principal mostrar inúmeras fotos de cantoras e atrizes asiáticas ou imagens no estilo "garota adolescente", mas não é nada disso. Na verdade este muito usado por jovens asiáticos numa mistura de Flickr com Instagram. Fora isso, este é muito bom para guardar os teus arquivos.


   Outro ponto interessante está na possibilidade de compartilhar imagens em galerias geradas automaticamente. Assim, o Minus também funciona como uma espécie de rede social, em que é possível seguir teus amigos de forma muito semelhante ao que acontece no Twitter e acompanhar os arquivos compartilhados pelos colegas.



    Também é possível criar um cadastro para gerenciar as galerias. Caso não queira fazer tua conta no aplicativo, pode subir teus documentos pelo site e compartilhar o link gerado após a subida, o que é um ponto de destaque do serviço.



    Você pode subir os arquivos desejados e acessá-los por meio de qualquer navegador ou através do cliente para Desktop disponível para Windows, Mac e Linux, além de opções para iOS e Android, além de  aplicações específicas para os navegadores Firefox e Chrome;

https://www.flickr.com/
 
          i) Flickr. O gigante Yahoo não tem um serviço de armazenamento típico das anteriores, digamos que fornece este serviço de forma mais "personalizado", ou seja, com a compra do Flickr, o Yahoo passou a proporcionar nada mais, nada menos que 1 Terabyte de armazenamento gratuito (apenas fotos e vídeos) para cada usuário dos serviços de e-mail. Para quem quer guardar as suas fotos e vídeos com segurança, vale a pena usar o Flickr, pois isto deixa mais espaço de sobra para guardar teus outros arquivos em qualquer um dos outros serviços de nuvem. Apesar do Flickr ser uma rede de compartilhamento de fotos e vídeos no estilo Instagram, o compartilhamento não é obrigatório.

    Eu ainda não testei se o Flickr aceita arquivos encriptados (mesmo mantendo a extensão original do mesmo), pois não sei se este testa o arquivo antes de armazenar, ou seja, se a foto ou vídeo conseguem ser lidas e processadas corretamente.

    O Flickr tem a política de apenas armazenar fotos e vídeos originais ou seja, aqueles feitos pelo próprio usuário. Isto deixa de fora aquelas imagens ou vídeos baixados de alguma página web, por estarem protegidos (ou não) por direitos autorais, o que não é o caso de fotos e vídeos de família, desde que esta seja a tua.
    Obs. Quando você usa o armazenamento em nuvem pelo navegador funciona apenas virtualmente. Quer dizer, se você quiser alterar qualquer arquivo gravado na ferramenta, você precisa acessar a tua conta. Já no caso de usar um app específico como o Dropbox, OneDrive, Google Drive, Copy, Mega, Minhateca, MediaFire, etc., se você alterar arquivos que estejam nas pastas compartilhadas, eles automaticamente são alterados na nuvem, desde de que você esteja conectado à nuvem, caso não esteja, assim que que se reconectar, os dados desta pasta serão sincronizados com a nuvem atualizando-a.
    Neste caso, apagar os arquivos da pasta compartilhada que está no HD, não apaga-os da nuvem. Ou seja, estas pastas compartilhadas são uma excelente forma de você ter no teu PC os arquivos que precisa. Se apagá-los sem quer (ou mesmo querendo), não altera o que já está na nuvem. Para tirar da nuvem você tem que acessar através de um app que te dê acesso a mesma ou através do teu navegador acessando-a diretamente.

    Todos acima (exceto o Minhateca) tem opções pagas com maior espaço, mas isso já é com você...



     Ah! Você sabia que também dá pra utilizar o Facebook como nuvem para guardar os teus arquivos, sem limite de armazenamento? Ficou curioso né? É bem mais fácil do que se pensa, afinal é tudo uma questão de imaginação e criatividade...

     Na verdade todas as tuas postagens já são uma forma de armazenamento em nuvem que você compartilha. Então, se você postar alguma coisa e não compartilhar com ninguém, ficará ali guardado... isto também vale para os anexos.

    Mas vale lembrar, que o Facebook não vai se responsabilizar pelo que você colocar lá ou se este vai  manter guardado indefinidamente. Até porque o Facebook não é uma rede social tão segura quanto parece (os crackers vivem fazendo a festa por lá...).

    Bem, provavelmente existem muitos outros serviços de armazenamento em nuvem gratuitos (de repente até melhores), apenas citei alguns bem conhecidos para ilustrar como pode ser vantajoso usar esses serviços de forma inteligente e segura.

    Eu tenho certeza que com uma simples pesquisa você acabe encontrando algum tipo de "Cloud Computing" que seja legal para você, então boa sorte!